Quando eu tinha menos de um metro e ciquenta e três me contaram a história do cabo da Boa Esperança. A minha imaginação viajava até a África e nada justificava o erro do navegador. Outras vezes ele me parecia perigoso e capaz de desviar os navegadores mais experientes. Esses pensamentos tomavam forma em meio a tempestades, navios à deriva e tripulantes lutando pela vida. A fantasia destas aventuras engolia os livros de História.
Finalmente conheci o Cape of good hope.
Na verdade trata-se de um encontro entre o oceano Índico, calmo como um tapete cobrindo um lado do cabo e o Atlântico, bem no final da curva, imponente, bravo, majestoso, a espera dos menos avisados. Nada de grandes tempestades, ondas gigantescas ou monstros marinhos. Apenas uma transição inesperada.
À esquerda a calmaria do Índico, à direita a inquietude do Atlântico.
A Imponência do Atlântico foi capaz de desenhar o curso da história.
Desfeito o mistério, ele passou a ser um marco geográfico.
A Escola deveria ultrapassar seus muros. Quando a informação é associada à experiência ela se transforma em conhecimento.
Algumas fotos tiradas a caminho do Cabo.
As mães levando as crianças para a escola
Uma baleia transitando pelo Atlântico
Frio pra Pinguim
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